Santíssima Trindade

Um romance de amor com base numa interpretação da Santíssima Trindade. O dogma cristão, na cogitação de Pedro Alvim, desvelado num acto verdadeiramente terreno: as três pessoas da Trindade são de carne e osso, coabitam em Sintra como em outro lugar qualquer, pecam, hesitam — e amam.
Principais linhas estruturais: língua e linguagem. A língua como algo que nos transcende, apresentando-se como um paradigma — e a linguagem, como Verbo, «casa do ser, impondo-se como algo de imanente à pessoa humana, umas vezes revestindo o aspecto da paixão (sedução), outras vezes o do amor (encarnação).
Ao longo de sete capítulos, cada um dos quais tendo como título versículos do Cântico dos Cânticos, toda a vivência de uma série de personagens (como a de Maria Virgínia Schumann) vai fluindo entre um Natal de feição tradicional e um outro Natal que, como ímpar, se impõe como revelação do supremo amor terreno…

Autor

ISBN: 972-699-319-9 Categorias: , Etiqueta:

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Descrição

PEDRO MANUEL PORTELA DE MELO ALVIM nasceu no Porto, em Janeiro de 1935. Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Foi jornalista, escritor, tradutor, crítico literário e professor na Universidade Lusófona de Lisboa. Integrou a redacção dos jornais O Primeiro de Janeiro e mais tarde no Diário de Lisboa. Participou em diversos movimentos de intervenção cultural na década de 50 do século XX, nomeadamente nas páginas de A Planície, semanário de Moura, e em revistas como a Coordenada (1958), do qual foi um dos fundadores. Publicou vários livros para crianças, entre os quais, O Sapato do Coração, Sofia Só, Os Filhos dos Outros e O Segredo da Cor Azul (Vega). Publicou também poesia e um romance, Santíssima Trindade (Vega). Os seus contos infantis estão dispersos por vários jornais nacionais e regionais como o Diário de Lisboa, O Diário e O Ponto. Algumas das suas crónicas foram incluídas nas obras O Homem na Cidade (1968) e Ser ou Não Ser pelo Amor Livre (1975). Traduziu e prefaciou os livros Safo, Líricas em Fragmentos (1991), Obscenidade e Reflexão (1991), Manual de Epicteto (1992), Crónica de Uma Viagem à Costa da Mina no Ano de 1480 (1992), Buda — As Sentenças da Lei (1995), O Jardim Poético da Infância (1996) e Chá e Amor (1996), todos publicados pela Vega. Em algumas ocasiões utilizou o pseudónimo Fernando Fischer. O seu livro de poemas Rútilo É o “I” foi distinguido com o Prémio Luiz Vaz de Camões, em 1980, atribuído por unanimidade por um júri de docentes das Faculdades de Letras das Universidades Clássicas de Lisboa, Coimbra e Porto. Está representado em antologias poéticas e algumas das suas crónicas e poemas foram seleccionados para integrar manuais escolares. Faleceu em Novembro de 1997.

Informação adicional

Dimensões (C x L x A)13,5 × 20,5 cm
Páginas

128

Autor

Colecção

Idioma

Editora

Tipo de produto

Livros

Encadernação

Capa mole

Ano de edição

1994

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