Luís Alves da Costa
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Luís Alves da Costa nasceu em Lisboa, em Maio de 1960. Licenciou-se pelo I.S.T., de Lisboa, em Engenharia Civil. A sua paixão pelas artes plásticas e pelas letras fê-lo enveredar pela via artística, a par da carreira de professor. A sua arte pictórica é influenciada pelo surrealismo. Participou em várias exposições colectivas, incluindo as homenagens ao grande poeta português do século XX: Um Rosto para Fernando Pessoa — Obras de 35 Artistas Portugueses Contemporâneos (itinerância Portugal/Brasil, 1985-1988) e Fernando Pessoa, a Galaxy of Poets (Reino Unido, 1985). As suas principais exposições individuais são: Des Cieux, des Villes, de la Mort des Rois (1985), Les Chants de Maldoror (Lisboa, 1985 e 1990 / Paris, 1992), Manual Elephantis, Um Festim das Trevas (Lisboa, 1988, 90 e 93) e Música Arcaica (Lisboa, 1992). O seu trabalho de pintura está referenciado em catálogos de exposições de várias instituições, incluindo a Fundação Calouste Gulbenkian, e está representado nas colecções do Bando de Portugal e Alliance Française de Lisbonne. Fez vários trabalhos de ilustração de livros, traduções (Leopoldo Lugones, Octavio Paz, Eugenio d’Ors, entre outros autores) e prefácios. Ainda no campo da literatura, publicou livros de poesia, contos e um romance dos quais se destacam: Sebastiam (1987), distinguido com o Prémio Revelação de Poesia, atribuído pela APE/IPLL (Associação Portuguesa de Escritores), Fragmentos Musicais (1988), Heliogabalus – A Comédia do Final dos Tempos (1992) e As Cidades da Abundância (1994), todos eles publicados pela Vega.


