JORGE BRAGA DE MACEDO é professor catedrático na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, director do Centro de Sócio-Economia do Instituto de Investigação Científica Tropical — que financiou em parte esta publicação — e sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa. Ensinou nas universidades de Yale e Princeton, foi director das economias nacionais na Comissão Europeia, Ministro das Finanças e Presidente da comissão parlamentar dos assuntos europeus.
JOSÉ ADELINO MALTEZ é professor catedrático no Instituto de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa. Ensina ainda nas Faculdades de Direito das Universidades de Lisboa e Lusíada, coordenando nesta última o mestrado de relações internacionais. Académico de número da Academia Internacional da Cultura Portuguesa e fundador e membro da direcção da Associação Portuguesa de Ciência Política. Foi adjunto de vários membros do governo entre 1976 e o começo da década seguinte.
MENDO CASTRO HENRIQUES é professor auxiliar da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, onde é director do Centro de Estudos de Filosofia e Cidadania (Gepolis). É assessor do Instituto da Defesa Nacional. Fundou e dirigiu a revista Portugueses, de 1989 a 1993. Tem participado em organizações da sociedade civil vocacionadas para as questões de cidadania.
«Em poucas palavras, eis a que me parece ser a sugestão essencial deste livro: se conjugadas com as liberdades, as pertenças históricas dos Portugueses (a nacionalidade, o império e a Europa) são os factores determinantes para o seu “bem comum”. Aí reside o segredo: na justa articulação das pertenças com as liberdades. Parece fácil. Mas não é. Os autores explicam porquê.» — António Barreto
«Gostei muito deste livro. A reflexão histórica é excelente e as perspectivas de futuro têm inteligência, cultura e competência.» — Diogo Freitas do Amaral
«Este é um livro estimulante que desafia muitos lugares-comuns hoje aceites acriticamente.» — João Carlos Espada
«Uma digressão estimulante pela história da mais permanente das nações europeias, em demanda de um sentido histórico do bem comum.» — Manuel Braga da Cruz
«Trata-se de uma reflexão, em si mesma, necessariamente, polémica, baseada numa sólida informação académica que nos propõe uma visão (subjectiva) da história portuguesa e da problemática actual, tanto no plano Europeu como na área da lusofonia, face aos constrangimentos da globalização económica e financeira que marcam a transição do milénio.» — Mário Soares