Reflexão sobre a influência das associações maçónicas na política e na sociedade ao longo dos tempos.
ANTÓNIO FARIA, cineasta e escritor natural de Amarante, nasceu em 1942. Viveu a sua infância em Angola. Voltou para Portugal em 1961. Doutorou-se em Cultura Portuguesa pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e fez o Mestrado em História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi realizador da RTP — Radiotelevisão Portuguesa entre 1976 e 2003. Privilegiou sempre o relacionamento atlântico, mormente a expansão e a «descolonização». Na realização destacou-se com a longa-metragem Os Flagelados do Vento Leste (1986) e as séries O Homem Que Matou o Diabo (1978), Anna Plácido (1978), Edmundo Pedro — Memória da Fuga do Campo de Tarrafal (1996) e O Grande Lagar da Ira (1997). Publicou o romance Emenda e Soneto (1987), o ensaio O Cilindro de Crísipo — Maçonaria e Política (2006), bem como diversos artigos e estudos.
O Cilindro de Crísipo – Maçonaria e Política