A Agonia da Europa
Obra composta por quatro artigos da autora — «A Agonia da Europa» (1940), «A Violência Europeia» (1941), «A Esperança Europeia» (1942) e «A Destruição das Formas» (1944) — reunidos pela primeira vez sob a forma de livro em 1945. Diz María Zambrano nesta sua obra que o europeu «é o único homem que, vivendo numa religião, não se dispõe a servir de pasto aos deuses, nem sequer ao Deus que se sacrificou por ele. Pelo contrário, quis fundar a sua história, a sua própria criação, acima de tudo.» O resultado disso talvez seja precisamente esta agonia da Europa, por ela constatada desde finais da Segunda Guerra Mundial. «Desde há bastantes anos» — escreve a autora, logo na abertura do primeiro capítulo — «a afirmação é repetida: a Europa está em decadência. Mas agora já não parece necessário afirmar tal coisa. Muitas pessoas que nisso crêem referem-se ao caso com uma frase velada e um sorriso irónico, como que aludindo a um segredo já tão divulgado que até se torna mais elegante e misericordioso tentar encobri-lo…» A Agonia da Europa é a sua explicação do que nos trouxe até à presente decadência. Uma análise, ao mesmo tempo, implacável e repleta de compaixão. Como ela própria diz: «É o tempo da dolorosa lucidez.»
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Descrição
Primeira tradução portuguesa deste importante ensaio da mais conceituada filósofa espanhola do século XX.
MARÍA ZAMBRANO, nascida em Vélez — Málaga, em 1904, e falecida em Madrid, em 1996, foi a primeira mulher espanhola que dedicou inteiramente a sua vida à filosofia. Era filha de Blas Zambrano — amigo íntimo de Machado, e cuja nobre figura é um dos paradigmas do humanismo espanhol do primeiro terço do século XX. Viveu em Madrid, Segóvia e, de novo, na capital espanhola, onde veio a ser discípula de Ortega y Gasset, e se tornou um dos pólos juvenis da renovação cultural de Espanha durante os anos 30. Durante toda a guerra civil — em Madrid, Chile, Valência e Barcelona — escreveu e participou muito activamente em múltiplas iniciativas culturais a favor da República, tendo sido uma das componentes cruciais do novo hu- manismo da revista Hora de España. O seu exílio forçado teve início em 1939 e só terminou em 1984, ano em que regressou a Madrid. De entre as suas obras destacam-se El Hombre y lo Divino, El Sueño Creador, Espanã Sueño y Verdad, Claros del Bosque e De la Aurora. Em 1989 foi-lhe atribuído o Prémio Cervantes.
Informação adicional
| Dimensões (C x L x A) | 11 × 19 cm |
|---|---|
| Páginas | 128 |
| Autor | |
| Outros autores | Ana Marques (tradução), Jesús Moreno Sanz (introdução) |
| Colecção | |
| Editora | |
| Idioma | |
| Tipo de produto | Livros |
| Encadernação | Capa mole |
| Ano de edição | 2012 |
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